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Cibersegurança: como empresas e usuários devem se proteger de ameaças digitais?

A cibersegurança tornou-se um tema crítico no Brasil e no mundo, especialmente com o aumento da digitalização e das ameaças cibernéticas.

A cibersegurança tornou-se um tema crítico no Brasil e no mundo, especialmente com o aumento da digitalização e das ameaças cibernéticas. Em entrevista exclusiva ao Podcast Canaltech, o especialista em cibersegurança Humberto Ribeiro, membro do Conselho de Cibersegurança do Fórum Econômico Mundial, alertou para a vulnerabilidade do Brasil diante dos ataques digitais e ressaltou a necessidade de uma postura preventiva no setor.

Ribeiro também destacou a necessidade de uma postura preventiva no setor e citou 5 dicas para empresas e usuários se protegerem de ameaças no ambiente online (veja abaixo).

Brasil tem baixa maturidade em cibersegurança

O Brasil ocupa uma posição preocupante nos rankings internacionais de cibersegurança. Segundo Ribeiro, o país tem um baixo grau de maturidade digital, impactando não apenas indivíduos e empresas, mas também o sistema econômico nacional. "O Brasil tem uma postura extremamente reativa. Falta uma estratégia de preparação e prevenção, o que nos coloca em situação de risco constante", afirma o especialista.

Essa vulnerabilidade compromete a segurança de dados de cidadãos e empresas, além de dificultar o relacionamento entre fornecedores e prestadores de serviços. "As perdas econômicas decorrentes de ataques cibernéticos são reais e impactam diretamente a economia brasileira", alerta Ribeiro.

Criminosos cibernéticos estão mais sofisticados

Outro ponto de preocupação é a evolução das ameaças digitais. "Os criminosos cibernéticos de hoje não são mais adolescentes invadindo sistemas pelo desafio. São organizações bem estruturadas, com táticas sofisticadas", explica Ribeiro.

A utilização de inteligência artificial e tecnologias emergentes tem permitido que os ataques sejam cada vez mais agressivos. "Com IA, o que antes era uma fragilidade pontual agora se torna uma grande brecha explorada rapidamente pelos criminosos", ressalta.

Cadeias produtivas e interdependência digital em risco

A interdependência digital também preocupa. Empresas globais são vulneráveis a ataques em cadeias produtivas, e um incidente pode desencadear um efeito dominó em diversos setores. "Se uma empresa tem seus dados comprometidos, todas as outras que dependem dela também sofrem impacto", destaca Ribeiro.

Outro fator agravante é a questão geopolítica. Disputas comerciais e estratégicas entre países têm reflexos diretos no ambiente digital, tornando as ameaças cibernéticas ainda mais complexas.

Regulação e prevenção são cruciais

Para mitigar riscos, o Brasil precisa investir em estratégias preventivas. Embora existam regulamentações como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), ainda falta infraestrutura e preparo para fiscalização eficiente. "A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), por exemplo, trabalha de forma reativa. Precisamos de uma abordagem similar à da aviação civil, onde a prevenção vem antes dos problemas acontecerem", compara Ribeiro.

Dicas para empresas e usuários se protegerem

Diante desse cenário, empresas e indivíduos precisam adotar medidas de proteção digital. Ribeiro recomenda:

  1. Implementar autenticação em dois fatores em todos os serviços online;
  2. Atualizar sistemas e softwares regularmente para evitar brechas de segurança;
  3. Capacitar funcionários e equipes para identificar ameaças, como ataques de phishing;
  4. Realizar backups frequentes para mitigar impactos de ransomware;
  5. Monitorar acessos e atividades suspeitas em redes corporativas.

A utilização de inteligência artificial e tecnologias emergentes tem permitido que os ataques sejam cada vez mais agressivos. "Com IA, o que antes era uma fragilidade pontual agora se torna uma grande brecha explorada rapidamente pelos criminosos", ressalta.

Cadeias produtivas e interdependência digital em risco

A interdependência digital também preocupa. Empresas globais são vulneráveis a ataques em cadeias produtivas, e um incidente pode desencadear um efeito dominó em diversos setores. "Se uma empresa tem seus dados comprometidos, todas as outras que dependem dela também sofrem impacto", destaca Ribeiro.

Outro fator agravante é a questão geopolítica. Disputas comerciais e estratégicas entre países têm reflexos diretos no ambiente digital, tornando as ameaças cibernéticas ainda mais complexas.

Regulação e prevenção são cruciais

Para mitigar riscos, o Brasil precisa investir em estratégias preventivas. Embora existam regulamentações como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), ainda falta infraestrutura e preparo para fiscalização eficiente. "A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), por exemplo, trabalha de forma reativa. Precisamos de uma abordagem similar à da aviação civil, onde a prevenção vem antes dos problemas acontecerem", compara Ribeiro.

Dicas para empresas e usuários se protegerem

Diante desse cenário, empresas e indivíduos precisam adotar medidas de proteção digital. Ribeiro recomenda:

  1. Implementar autenticação em dois fatores em todos os serviços online;
  2. Atualizar sistemas e softwares regularmente para evitar brechas de segurança;
  3. Capacitar funcionários e equipes para identificar ameaças, como ataques de phishing;
  4. Realizar backups frequentes para mitigar impactos de ransomware;
  5. Monitorar acessos e atividades suspeitas em redes corporativas.